Após uma interrupção de duzentos e cinquenta e seis dias, resolvi aceitar novamente o desafio de transformar pensamentos em palavras. E quanta coisa se perde nesse caminho! Geralmente eu chego no final do texto e vejo que o resultado não é exatamente aquele que eu tinha na cabeça.
Será que isso acontece com os outros também? Pode ser pela dificuldade que a gente tem de se traduzir? Ou será que a nossa concepção das coisas é tão volátil, a ponto de mudar em questão de minutos?
Não acho sinceramente que seja falta de convicção ou de personalidade, mas a gente tá sempre mudando... E uma das coisas que eu acho mais complicado é falar em prioridades. Porque tudo que a gente vive é uma questão de escolher prioridades, afinal ninguém tem tempo, paciência e nem grana pra fazer tudo o que quer. Daí vamos fazendo uma listinha do que é mais importante. É um ponto de partida... ou de chegada.
Sempre ouço falar que sem planejamento a gente não chega a lugar nenhum.
Ok, mas se a gente resolve traçar um planejamento e daqui a pouco muda de idéia? "Simples, é só corrigir a rota" - poderia alguém dizer. Se a gente percebe que o caminho não é aquele, pode acaber não mudando pra não prejudicar o andamento. Em contrapartida, se a gente muda de rota a cada vez que muda de idéia pode acabar criando uma espiral e não uma linha reta. Aí também fica difícil de chegar lá.
Chego a conclusão que o grande desafio de trabalhar com prioridades é ter capacidade de enxergar qual é a hora certa de mudar ou de manter o foco. É saber deixar de lado velhos pensamentos ou ter a persistência de seguir em frente mesmo com uma tempestade de dificuldades.
Será que isso acontece com os outros também? Pode ser pela dificuldade que a gente tem de se traduzir? Ou será que a nossa concepção das coisas é tão volátil, a ponto de mudar em questão de minutos?
Não acho sinceramente que seja falta de convicção ou de personalidade, mas a gente tá sempre mudando... E uma das coisas que eu acho mais complicado é falar em prioridades. Porque tudo que a gente vive é uma questão de escolher prioridades, afinal ninguém tem tempo, paciência e nem grana pra fazer tudo o que quer. Daí vamos fazendo uma listinha do que é mais importante. É um ponto de partida... ou de chegada.
Sempre ouço falar que sem planejamento a gente não chega a lugar nenhum.
Ok, mas se a gente resolve traçar um planejamento e daqui a pouco muda de idéia? "Simples, é só corrigir a rota" - poderia alguém dizer. Se a gente percebe que o caminho não é aquele, pode acaber não mudando pra não prejudicar o andamento. Em contrapartida, se a gente muda de rota a cada vez que muda de idéia pode acabar criando uma espiral e não uma linha reta. Aí também fica difícil de chegar lá.
Chego a conclusão que o grande desafio de trabalhar com prioridades é ter capacidade de enxergar qual é a hora certa de mudar ou de manter o foco. É saber deixar de lado velhos pensamentos ou ter a persistência de seguir em frente mesmo com uma tempestade de dificuldades.